terça-feira, 31 de maio de 2011

Tenho pena de estar em direito, tendo um bastonário da ordem como o Marinho Pinto !

terça-feira, 10 de maio de 2011

Se sobreviver a esta semana acho que a partir de aqui sobrevivo a tudo é só ir aguentanto mais um bocadinho:
30º graus lá fora
3 testes

quarta-feira, 4 de maio de 2011

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À alguns anos atrás a minha mãe teve um cancro no colo do útero, foi um momento particularmente dificilmente para mim e para a minha familía, o medo de perder alguém tão próximo e importante como a minha mãe. Tinha cerca de catorze anos na altura e associava de imediato cancro a morte, claro que sabia que não era necessariamente assim que havia casos em que não tinha sido assim, em que as pessoas conseguiram lutar contra a doença e ficar completamente bem, mas quando acontece com os nossos é sempre diferente porque pela primeira vez enfrentamos realmente a situação. Na altura fiquei assustadissíma, chorei horas e horas só a pensar na probabilidade de que poderia perder a minha mãe, é uma sensação assustadora, só podemos descrevê-la quando realmente passamos por ela. Não há palavras de força nem de esperança que nos tirem aquele medo sempre iminente.



A minha mãe foi operada, teve de retirar útero, a operação felizmente correu bem. Foi complicado nos primeiros meses para ela, pois não é facil para uma mulher de quarenta anos ter de retirar o útero, deixar de ter mestruação, entrar na menopausa mais cedo, entre outras consequências desta operação, mas com o tempo, com muita força e com o apoio da familía ela superou isso tudo e actualmente está saudável e feliz.



Neste momento tenho uma grande amiga a passar pelo mesmo que passei, o medo de perder alguém bastante importante, o pai. Sei precisamente o que ela está a sentir, pensar e todos os se's que já colocou, dei-lhe o exemplo da minha mãe para tentar ajudar, mas sei que nestas alturas os exemplos de pouco servem, os vai correr bem não nos consolam, nem tiram o aperto que sentimos no coração. Não prometo que vá correr bem, espero que corra, mas promento que se não correr eu vou estar aqui para tudo !

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Se à coisa que detesto são pessoas mal educadas, pessoas que exigem respeito mas que praticamente não respeitam ninguém, que acham que uma determinada profissão se lhes dá o direito de insultar quem bem lhes apetecer, que podem dizer tudo e inferiorizar qualquer pessoa ao máximo.

Ora bem hoje a minha Assistente da cadeira de Dt.C disse generalizando que todas as Isabeis eram burras, ora eu que tenho como um dos nomes Isabel. não gostei, fiquei ofendida, só não lhe respondi por respeito, respeito esse que ela não teve quando fez uma generalização tão ridicula como a que foi referida. Sempre fui da opinião que as generalizações davam asus a parvuíce e este caso confirma-o claramente.

Olá FMI

Espero que não fiquemos juntos durantes muitos anos, não estou de modo algum a dizer que não és bem vindo , por mim tu podes ficar por Portugal o tempo que bem quiseres, eu é que espero bão ficar por aqui muito tempo.

domingo, 24 de abril de 2011

Boa Páscoa

Era mais divertido quando podia comer amêndoas que nem um pequeno alarve sem ter de estar a Hitória do Direito Português simultanemente.
Sou definitivamente melhor a devorar amêndoas do que nesta cadeira.

terça-feira, 12 de abril de 2011

É bom estarmos novamente lado a lado

quinta-feira, 7 de abril de 2011

"Entro... seja onde for. Começo a disfarçar, a fingir que estou bem, muito à vontade. Mas a verdade é que não sei como hei-de estar, nem sei não deixar ver que esta é que é a verdade!

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Sol
Muito café
Teste de introdução

Estas palavras não combinam nem nunca vão combinar

O café calha bem tanto no dia de sol como num dia de chuva, e dá sempre jeito para estudar para um teste de introdução.
Mas estudar para um teste de introdução com um dia de sol destes não é fácil.
Estudar pede chuva.
E sol pede descanso de preferência na praia

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Depois do meu primeiro desgosto de amor, achei que ia ficar mais perspicaz nas minhas escolhas e que era impossível sofrer mais do que aquilo que tinha sofrido, fiquei uns meses a achar que nunca mais ia encontrar ninguém, que aquela pessoa tinha qualidades que nunca mais ia encontrar ninguém, que seria impossível alguém me fazer sorrir daquela forma, até que veio o segundo desgoto, depois o terceiro, o quarto e por aí...


Com o tempo e com a pouca experiência fui percebendo que não ficava mais forte, nem mais perspicaz, ficava só mais desgastada e mais desacreditada, fui passando a ver as coisas com outros olhos. De cada vez que a coisa corria mal, parece que custava cada vez mais, que ia ficando cada vez mais desiludida com as pessoas, em todas as vezes o processo foi semellhante, acordar todos os dias com aquela sensação de vazio, por mais que esteja sol o dia parece cinzento, não parar para não pensar ou simplesmente não ter forças para sair da cama, não sentir praticamente nada ou sentir demasiadas coisas ao mesmo tempo... Claro que há sempre pessoas que nos marcam mais, há desgostos mais intensos, dores que custam mais a passar, eu já cheguei a acreditar que não podia acontecer nada pior, que nunca mais ia conseguir ser feliz, que se não tinha aquela pessoa ao meu lado a minha vida não fazia sentido...


Depois de muitos pontapés no coração e na alma a minha ideia daquilo que era uma relação ou o amor foi ficando estranha, estranha é exactamente a palavra certa, porque tudo aquilo em que acreditava e que para mim fazia sentido deixou de fazer.


Aos 18 anos não sei nada sobre relações nem amor, as experiências que tive ao contrário do que pensava não me ajudaram a definir estas duas palavras.