sexta-feira, 24 de julho de 2009

Saudades

Tudo bem que esta até é uma saudade que se pode matar, bem mais fácil de suportar do que algumas que já senti, e essas eram impossíveis de aniquilar, apagar, abafar … não havia nada a fazer, só o tempo … acabou com elas, mas mesmo assim custa, custa vê-lo ir embora sem nunca saber quando vai voltar, custa o medo de que um dia não volte mais. Dantes eu não ficava assim, não sentia esta vontade de me agarrar ao pescoço dele e suplicar-lhe para que ficasse, porque até uma certa altura eu sempre tive tudo muito organizadinho na minha cabeça, sabia que não devia/podia apaixonar-me por ele e tinha uma espécie de listinha de razões que repetia para mim mesma para que tal não acontecesse, mas há coisas que não se podem evitar para sempre, e não é que esteja completamente apaixonada, mas… (e nestas coisas há sempre um mas …) habituei-me , mais do que isso comecei a gostar dele.
E agora? Agora já não me apetece suportar a distância , logo eu que sempre achei que relações á distancia eram do melhor que havia, só tinha de o aturar quando calhava e enquanto não estava com ele fazia o que queria , não suportava ter alguém sempre em cima de mim a controlar-me constantemente , não conseguia simplesmente retirar tempo em que podia estar com os meus amigos para estar com essa pessoa , agora DÁ-ME PARA ISTO , porra!

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