domingo, 25 de dezembro de 2011

Esquecer, o mais rápido possivel sfv !

Tal como toda gente o que eu quero é esquecer o mais rápido possível a pessoa que tanto amo, mas que não posso ter , que já não posso ter, quero tirar rapido este aperto do coração cada vez que ele me vem à cabeça, cada vez que tenho uma recordação, cada vez que me chega uma noticía, rapidez, pressa é sempre o que toda gente quer quando se fala de esquecer alguém , até que à uns dias encontrei um texto do Miguel Esteves Cardoso e percebi que infelizmente não é com pressa que se vai lá :

Como é que se esquece alguém que se ama? Como é que se esquece alguém que nos faz falta e que nos custa mais lembrar que viver? Quando alguém se vai embora de repente como é que se faz para ficar? Quando alguém morre, quando alguém se separa - como é que se faz quando a pessoa de quem se precisa já lá não está?
As pessoas têm de morrer; os amores de acabar. As pessoas têm de partir, os sítios têm de ficar longe uns dos outros, os tempos têm de mudar Sim, mas como se faz? Como se esquece? Devagar. É preciso esquecer devagar. Se uma pessoa tenta esquecer-se de repente, a outra pode ficar-lhe para sempre. Podem pôr-se processos e acções de despejo a quem se tem no coração, fazer os maiores escarcéus, entrar nas maiores peixeiradas, mas não se podem despejar de repente. Elas não saem de lá. Estúpidas! É preciso aguentar. Já ninguém está para isso, mas é preciso aguentar. A primeira parte de qualquer cura é aceitar-se que se está doente. É preciso paciência. O pior é que vivemos tempos imediatos em que já ninguém aguenta nada. Ninguém aguenta a dor. De cabeça ou do coração. Ninguém aguenta estar triste. Ninguém aguenta estar sozinho. Tomam-se conselhos e comprimidos. Procuram-se escapes e alternativas. Mas a tristeza só há-de passar entristecendo-se. Não se pode esquecer alguem antes de terminar de lembrá-lo. Quem procura evitar o luto, prolonga-o no tempo e desonra-o na alma. A saudade é uma dor que pode passar depois de devidamente doída, devidamente honrada. É uma dor que é preciso aceitar, primeiro, aceitar.
É preciso aceitar esta mágoa esta moinha, que nos despedaça o coração e que nos mói mesmo e que nos dá cabo do juízo. É preciso aceitar o amor e a morte, a separação e a tristeza, a falta de lógica, a falta de justiça, a falta de solução. Quantos problemas do mundo seriam menos pesados se tivessem apenas o peso que têm em si , isto é, se os livrássemos da carga que lhes damos, aceitando que não têm solução.
Não adianta fugir com o rabo à seringa. Muitas vezes nem há seringa. Nem injecção. Nem remédio. Nem conhecimento certo da doença de que se padece. Muitas vezes só existe a agulha.
Dizem-nos, para esquecer, para ocupar a cabeça, para trabalhar mais, para distrair a vista, para nos divertirmos mais, mas quanto mais conseguimos fugir, mais temos mais tarde de enfrentar. Fica tudo à nossa espera. Acumula-se-nos tudo na alma, fica tudo desarrumado.
O esquecimento não tem arte. Os momentos de esquecimento, conseguidos com grande custo, com comprimidos e amigos e livros e copos, pagam-se depois em condoídas lembranças a dobrar. Para esquecer é preciso deixar correr o coração, de lembrança em lembrança, na esperança de ele se cansar.

Miguel Esteves Cardoso, in 'Último Volume'

Querido Pai Natal !

Estou contente contigo, dada a crise que se vive em Portugal e calculo que na Lapónioa também, até que não estiveste nada mal , claro que eu mereço dado que sou amor um amor de menina !
Vou utilizar muito bem o dinheirinho que me deste : Itália ai vou eu !!

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

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Á umas noites atrás estava desesperada escrevi um post que o demonstrava claramente , era o mais sincero possível, mas sabe-se lá porquê deu erro não consegui publicar, não sei se foi um sinal , não gosto muito de careditar nessas coisas , mas hoje fico feliz que assim tenha sido, vale mais perder o meu tempo a fazer listas daquilo que quero no natal do que a ser sincera !

domingo, 11 de dezembro de 2011

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As verdades nem sempre são facéis de ouvir , sejam sobre nós , sejam sobre alguém que amamos . Sinceramente há coisas que eu preferia não saber ! A ignorância por vezes magoa menos

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Vizinhos, Vizinhos....

Eu não tenho sorte com os vizinhos de baixo , no outro andar era aquela louca desvairada que estava sempre a gritar com o marido, agora são dois velhos piquinhas, que mal posso andar dentro casa, porque tudo para eles é imenso barulho, e a culpa é toda nossa que somos jovens barulhentos, e nós é que batemos sempre com a porta , e nós é que deixamos a porta aberta, e que não havia barulho antes de estarmos aqui, e que é uma da manhã e arrastamos móveis, e que andamos de saltos em casa e por isso o netinho deles não consegue dormir . A sério ? POUPEM-ME
O vosso netinho não consegue dormir e eu não consigo estudar com os BERROS do vosso netinho portanto meus queridos olho por olho, dente por dente !

Estou FELIZ

É bom olha para tráz e ver que cheguei até aqui , que fiquei bem, que depois de tantos problemas e de momentos desespero voltei a sentir-me feliz !
Às vezes há coisas que temos que fazer por nós próprios por mais que nos custe, o fim da minha relação foi uma dessas coisas, o não ceder, nem voltar atrás, foi dificil e ainda hoje o é, as saudades apertam e há sentimentos que não desaparecem só porque queremos, mas a verdade é que vale mais assim, ao menos agora eu controlo a minha vida!

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Voluntariado

Estou muito entusiasmada vou voltar a fazer voluntariado , já me inscrevi numa associação agora é só escolher o tipo de voluntariado que quero fazer , mas em principio será com idosos, porque mesmo que estes já não tenham tanto tempo de vida merecem o mesmo carinho e atenção que todos os outros seres humanos e são com certeza pessoas com as quais podemos aprender muito, não podemos esquecer que um dia todos nós seremos idosos. E se a minha caminhada correr bem daqui um ano vou fazer um mês de voluntariado em África.

terça-feira, 11 de outubro de 2011

Principezinho

..E foi então que apareceu a raposa:
- Bom dia, disse a raposa.
- Bom dia, respondeu polidamente o principezinho, que se voltou, mas não viu nada.
- Eu estou aqui, disse a voz, debaixo da macieira...
- Quem és tu? perguntou o principezinho. Tu és bem bonita...
- Sou uma raposa, disse a raposa.
- Vem brincar comigo, propôs o principezinho. Estou tão triste...
- Eu não posso brincar contigo, disse a raposa. Não me cativaram ainda.
- Ah! desculpa, disse o principezinho.
- Que quer dizer "cativar"?
- É uma coisa muito esquecida, disse a raposa. Significa "criar laços..."
- Criar laços?
- Exactamente, disse a raposa. Tu não és ainda para mim senão um garoto inteiramente igual a cem mil outros garotos. E eu não tenho necessidade de ti. E tu não tens também necessidade de mim. Não passo a teus olhos de uma raposa igual a cem mil outras raposas. Mas, se tu me cativas, nós teremos necessidade um do outro. Serás para mim único no mundo. E eu serei para ti única no mundo... Se tu me cativas, minha vida será como que cheia de sol. Conhecerei um barulho de passos que será diferente dos outros. Os outros passos me fazem entrar debaixo da terra. O teu me chamará para fora da toca, como se fosse música. E depois, olha! Vês, lá longe, os campos de trigo? Eu não como pão. O trigo para mim é inútil. Os campos de trigo não me lembram coisa alguma. E isso é triste! Mas tu tens cabelos cor de ouro. Então será maravilhoso quando me tiveres cativado. O trigo, que é dourado, fará lembrar-me de ti. E eu amarei o barulho do vento no trigo...
A raposa calou-se e considerou por muito tempo o príncipe:
- Por favor... cativa-me! disse ela.
- Bem quisera, disse o principezinho, mas eu não tenho muito tempo. Tenho amigos a descobrir e muitas coisas a conhecer.
- A gente só conhece bem as coisas que cativou, disse a raposa. Os homens não têm mais tempo de conhecer alguma coisa. Compram tudo prontinho nas lojas. Mas como não existem lojas de amigos, os homens não têm mais amigos. Se tu queres um amigo, cativa-me! ...
          Antoine de Saint Exuperry

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Alcool VS Abismo

Questiono-me muitas vezes como estará o meu figado daqui a uns anos, depois de levar com quantidades exurbitantes de alcool em cima nestes tempostão belos quão violentos de faculdade. A verdade é que eu e o alcool somos bons amigos, mas só até certo ponto, quem ler isto, neste momento já está a pensar que sou uma alcoólica, que ando sempre metida em tudo o que é tasca a enfrascar-me como se não houvesse amanhã, obviamente que não é nada disso, o que eu quero dizer é que numa ou outra saída gosto de beber, gosto da sensação de descontração e leveza que o álcool traz, o meu grande problema é que nao sei quando parar e quando dou por mim estou a dizer enormes disparates, a ser sincera de mais, a chorar se tiver numa noite mais sensivel, a rir-me sozinha para uma parede, a andar sem sapatos, coisas assim do género por isso é que eu e o alcool somos bons amigos ma só até um certo ponto, porque depois comeco a entrar no ABISMO e só digo besteiras (inclusivé passo a noite a falar brasileiro)

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

O que sinto é raiva, vontade de esmurar um ou duas pessoas , só para esta furia me passar. Estou magoada e completamente furiosa , mas principalmente magoada.

sábado, 24 de setembro de 2011

Foram demasiadas emoções para um dia só , hoje não estou bem . Quero esquecer que este dia existiu , que nao acabou como queria , amanha começo um novo e esse sim como quero.

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Querido Irmão

"Às vezes tenho vontade de te matar, mas mataria por ti"

Hoje bem cedinho fui levar o meu irmão mais novo ao seu primeiro dia de aulas no liceu, na escola dos grandes, acho que estava mais nervosa que ele, também eu já tive o meu primeiro dia naquela escola, e até hoje lembro-me como foi, agora é a vez dele , senti um aperto no coração quando o vi entrar pelo portão e ir, mas ao mesmo tempo senti um orgulho tão grande nele, que só me apetecia ir a correr até e dar-lhe muitos beijinhos e abraço, conti-me para não lhe estragar a reputação logo no primeiro dia.

terça-feira, 13 de setembro de 2011

ZILIAN




Venham até mim pequeninos !